Distribuidora de bebidas CAJUEIRO.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
terça-feira, 3 de setembro de 2013
ENTENDA SEU RIM - ÁGUA & CERVEJA !!!
A
HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA
Você vai ao bar ou a uma festa e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante. O teu estômago manda uma
mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas veio... o cara ta bebendo muito liquida
to cheião!!!" Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de
líquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que "é líquido". Quando
o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caraca, o cara tá
maluco!!!"E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o
máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e ta bebendo muito
líquido, vamos botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora
extra e filtra muito sangue e enche rápido. Daí vem a primeira corrida ao
banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado,
porque além de água, vêm as impurezas do sangue. O RIM aliviou a vida do
estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro
CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!" e o CÉREBRO manda outra
mensagem pro RIM "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na
filtragem!!!" O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não
é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por
isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais
você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool
no organismo aumenta e você fica mais "bunitim". Chega uma hora que
você tá com o teor alcoólico tão alto que teu CÉREBRO desliga você. Essa é a
hora que você desmaia... Dorme... Capota... Ele faz isso porque pensa
"Meu, o cara ta a fim de se matar, ta bebendo veneno pro corpo, vou apagar
esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse
álcool do corpo dele" Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO
dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem
que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está
com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e
assim a gente consegue jogar esse veneno fora". O SANGUE é como se fosse o
Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso
começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75%
de água, ele é o que mais sofre com essa "ordem" e daí vem às
terríveis dores de cabeça da ressaca. Então, sei que na hora a gente nem pensa
nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque
na medida em que você urina, já repõe a água.
Sabia que... ... Tomar água na hora correta
maximiza os cuidados no corpo humano?
2 copos de água depois de acordar ajuda a
ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer
ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a
baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita
ataques do coração.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Copos de Cerveja - tipos e estilos para cada cerveja
Parece frescura e você pode até não acreditar, mas o tipo do copo
influi consideravelmente nos prazeres degustativos que você pode obter
de uma cerveja. E por dois motivos:
1. Apresentação
Na Bélgica, cada cerveja tem o seu copo próprio. E olhe que estamos
falando de um país do tamanho do nosso estado do Ceará e que possui mais
de 450 cervejas diferentes. Isso porque um dos grandes prazeres
degustativos é o VISUAL. Nada mais inspirador do que a imagem de um
cálice com uma cerveja trapista ou um "weizen" transbordando de
hefeweiss alemã.
Além disso, cada formato de copo tem uma função em relação à espuma,
uns feitos com uma preocupação maior para mantê-la a uma certa altura,
outros nem tanto.
2. Aroma
Uma das principais características da cerveja, os aromas são levados
em consideração na hora de desenhar o copo. Objetivo é deixar os copos
mais adequados para desprender o bouquet e aroma daquele estilo de
cerveja em específico, permitindo que você possa apreciar o que cada uma
tem de melhor.
É claro que nada substitui o prazer de tomar cerveja com os amigos,
no boteco, com um prosaico copo "americano" . Mas sugerimos que, na hora
de degustar, você tenha à mão algum copo ao menos parecido com o que é
recomendado pelo fabricante da cerveja ou apresentado aqui no nosso
guia.
Tipos de Copos para Cerveja
Agora que você já sabe a importância de cada cerveja ser servida em
seu devido copo, vamos aos tipos mais comuns de copos de cerveja.
PILSNER
Nós, brasileiros, o chamamos popularmente de "tulipa". Ideal para as cervejas dos tipos Pilsen.
Possibilita a formação de um bom creme e direciona o aroma do lúpulo
para o nariz. Mas não confunda com o copo de Lager, que também são muito
usados para chope aqui no Brasil: o Pilsner tem a boca mais larga,
enquanto o de Lager tem a boca levemente fechada.
LAGER (chope)
Facilmente encontrados no Brasil, são os tradicionais copos de chope, o qual erroneamente chamamos de
tulipa. A diferenca é que a tulipa tem a boca mais aberta, um pé mais fino, longo e elevado.
CALDERETA
Comumente visto servindo chope em algumas choperias, o caldereta é versátil e pode ser utilizado para English e American Ales e também para algumas lagers escuras e IPAs.
Por comportar um volume um pouco acima de 300ml, é uma alternativa mais
adequada do que outros copos genéricos, portanto uma boa opção para se
ter em casa quando não se pode ter os diversos estilos recomendados.
Também leva o nome de Shaker.
PINT
Também chamado de Becker, é aquele que você entorna nos pubs ingleses e irlandeses. Ideal para as cervejas do tipo Bitter e Stouts.
Foi idealizado por ter um desenho simples, barato e que comporta
grandes quantidades de cerveja. Os que apresentam o anel mais saliente
no topo, como o da foto ao lado, são do tipo English Imperial Pint, também chamado de Nonick, os demais são do tipo Irish Imperial Pint, imortalizado pela Guinness, com uma boca mais larga que a base.
Para os mais curiosos, o anel dos Nonick Pints foram encorporados por
volta de 1960 para facilitar o empilhamento de copos, evitando que eles
ficassem presos e quebrassem.
WEIZEN
Como o próprio nome já diz, é ideal para cervejas do tipo Weiss, as de trigo.
Permite que se admire o corpo e a cor da cerveja, bem como a expansão
do creme. E como são altos, possibilitam que todo o conteúdo de garrafas
de 500ml sejam colocados no copo, incluindo o fundo com as leveduras, e
ainda sobre espaço para a espuma, como manda a tradição do estilo.
TULIPA
Ideal para cervejas que possuem bastante creme, como a Duvel e outras Strong Ales belgas.
O desenho é baixo e elegante, permitindo também observar a evolução da
espuma. Não confundir com o que chamamos aqui no Brasil de Tulipa, que
na verdade é um copo Pilsner. A Tulipa parece mais com uma taça de
conhaque, porém com a boca do copo virada para fora.
CÁLICE
Na Bélgica é chamado de Goblet, e lembra a flor do mesmo nome. Ideais para as grandes trapistas belgas.
São muito bonitos, às vezes ostentando dourado na borda. São desenhados
para manter íntegro o creme, bem como proporcionar maior percepção do
aroma. Também podem ser usados com os estilos Dubbel, Tripel e
Quadrupel. Váriações de formato são encontradas com os nomes de Bolleke (copos da Leffe e Westmalle) e Trapist (copo da LaTrappe), mas todos compartilham características como bocas largas e um pezinho alongado.
FLAUTA
Em forma de flauta, são mais usados para beber espumantes e champagnes, mas são ideais para cervejas do tipo Faro, Lambic, Gueuze ou as champegnoises,
como a belga Deus e a brasileira Lust. O fato de serem esguios
possibilita que o creme demore mais para se dissipar, mantendo as
qualidades da cerveja no copo.
CANECA
Muito usada para servir chope ou cervejas vendidas na pressão.
Podem ter vários tamanhos e formatos, mas normalmente são robustos, de
vidro grosso, e algumas têm até apoio para o polegar na alça, para
ajudar com o peso do copo+cerveja. Também podem ser de cerâmica e metal,
mas para degustações, prefira as de vidro mesmo, maior garantia de não
influenciar no sabor da cerveja.
MASS
É o típico canecão alemão de 1 litro, ideal para grandes e festeiros
bebedores, daqueles que adoram brindar a cada minuto. Devem seu sucesso à
quantidade de cerveja que podem conter. Também chamado de Seidel.
YARD
Parece um tubo de laboratório, sem pé, o que demanda um suporte de
madeira caso quem estiver usando-o não queira ficar segurando-o o tempo
todo. Ficou famoso por ser usado e recomendado pela Pauwel Kwak
TAÇA
Não estão ligadas a nenhum estilo em específico, mas são cada dia
mais usados com cerveja, seja pela elegância que confere, seja pela
ergonomia que oferecem. Taças de vinho também vêm sendo utilizadas em
degustações, principalmente aquelas altas e largas e as do tipo ISO,
aquelas menores para degustação.
Também podem entrar nesta categoria os copos do tipo Pokal, ou Footed Glass.
Também podem entrar nesta categoria os copos do tipo Pokal, ou Footed Glass.
TUMBLER
Copo utilizado para as cervejas do tipo witbier, com
o a Hoegaarden. Como estas cervejas não formam muito creme, o copo não
precisa ter a boca fechada. Robustos e pesados, também facilitam a vida
dos bares por serem mais difíceis de serem quebrados, por isso não é
incomum serem usados para servir coquetéis, refrigerante e chá gelado.
CILÍNDRICO
Copos cilíndricos normalmente são usados para cervejas Kölsh e Altbier.
Porém, podem ser recomendadas pelos fabricantes em outros estilos, com
por exemplo algumas fruit-beers. Permitem uma boa formação de espuma,
porém não ajudam muito no desenvolvimento do aroma. Podem aparecer com
outros nomes, como Stange, Stick (vareta) ou Collins.
CONHAQUE
Copos como os usados para conhaque são indicados para Barley Wines, Eisbock e Imperial Stouts,
ou seja, cervejas fortes. São ótimos para capturar os aromas,
permitindo agitar a cerveja em movimentos rotativos leves, sem muito
risco de que a cerveja transborde o limite do copo. Também ajudam na
manutenção de espuma, permitindo grandes goles sem que muito dela acabe
entra
Fonte: www.brejas.com.br
Fonte: www.brejas.com.br
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Cerveja estupidamente gelada em minutos!
Imaginem a cena: churrasco começando com os amigos e as cervejas ainda não estão geladas o suficiente. Aí sempre tem o amigo que dá a ideia de colocar: sal grosso e álcool junto com o cooler/isopor. Então
calma que temos a salvação para caso algum dia você queira uma cerveja
geladíssima em poucos minutos. E você só vai precisar de PAPEL TOALHA!!
Isso mesmo…
Não disse que iam gostar?!?!?!? Bora colocar em prática e compartilhar com o maridão essa dica sensa!!!
Vamos aos detalhes:
- Enrole uma a cerveja com uma folha de papel toalha, e coloque embaixo da torneira.
- Depois que o papel absorver a água coloque as cervejas no congelador.
- Espere em torno de 20 minutos (se ficar mais que isso, elas chegam até a congelar!!! Percebam que a técnica é boa mesmo)
Vejam como ela fica:
Agora a explicação deste “fenômeno”:
Quando se coloca o papel toalha em volta da cerveja, por ele ser fino, rapidamente congela e fica diretamente em contato com a cerveja (tanto faz se for lata ou longneck).Não disse que iam gostar?!?!?!? Bora colocar em prática e compartilhar com o maridão essa dica sensa!!!
História da Cerveja
Há cerca de 10 mil anos, o homem antigo descobriu, por acaso, o
processo de fermentação, no que surgiram, em pequena escala, as
primeiras bebidas alcoólicas. Mais tarde, a cerveja era produzida
inicialmente pelos padeiros, devido a natureza dos ingredientes que
utilizavam: leveduras e grãos de cereais. A cevada era deixada de molho
até germinar e, então, moída grosseiramente, moldada em bolos aos quais
se adicionava a levedura. Os bolos, após parcialmente assados e
desfeitos, eram colocados em jarras com água e deixados fermentar.
Há evidências de que a prática da cervejaria originou-se na região da Mesopotâmia onde a cevada cresce em estado selvagem. Os primeiros registros de fabricação de cerveja têm aproximadamente 6 mil anos e remetem aos Sumérios, povo mesopotâmico. A primeira cerveja produzida foi, provavelmente, um acidente. Documentos históricos mostram que em 2100 a.C. os sumérios alegravam-se com uma bebida fermentada, obtida de cereais. Na Suméria, cerca de 40% da produção dos cereais destinavam-se às cervejarias chamadas "casas de cerveja", mantida por mulheres. Os egípcios logo aprenderam a arte de fabricar cerveja e carregaram a tradição no milênio seguinte, agregando o líquido à sua dieta diária.
A cerveja produzida naquela época era bem diferente da de hoje em dia. Era escura, forte e muitas vezes substituía a água, sujeita a todos os tipos de contaminação, causando diversas doenças à população. Mas a base do produto, a cevada fermentada, era a mesma.
A expansão definitiva da cerveja se deu com o Império Romano, que se encarregou de levá-la para todos os cantos onde ainda não era conhecida. Júlio César era um grande admirador da cerveja e, em 49 a.C., depois de cruzar o Rubicão, ele deu uma grande festa a seus comandantes, na qual a principal bebida era a cerveja. A César também é atribuída a introdução de cerveja entre os britânicos, pois quando ele chegou à Britânia, esse povo apenas bebia leite e licor de mel. Através dos romanos a cerveja também chegou à Gália, hoje a França.
E foi aí que a bebida definitivamente ganhou seu nome latino pelo qual conhecemos hoje. Os gauleses denominavam essa bebida de cevada fermentada de “cerevisia” ou “cervisia” em homenagem a Ceres, deusa da agricultura e da fertilidade.
Na Idade Média, os conventos assumiram a fabricação da cerveja que, até então, era uma atividade familiar, como cozer o pão ou fiar o linho. Pouco a pouco, à medida que cresciam os aglomerados populacionais e que se libertavam os servos, entre os séculos VII e IX, começaram a surgir artesãos cervejeiros, trabalhando principalmente para grandes senhores e para abadias e mosteiros. O monopólio da fabricação da cerveja até por volta do século XI continuou com os conventos que desempenhavam relevante papel social e cultural, acolhendo os peregrinos de outras regiões. Por isso, todo monastério dispunha de um albergue e de uma cervejaria. Os monges por serem os únicos que reproduziam os manuscritos da época, puderam conservar e aperfeiçoar a técnica de fabricação da cerveja.
Com o aumento do consumo da bebida, os artesãos das cidades começaram também a produzir cerveja, o que levou os poderes de públicos a se preocupar com o hábito de se beber cerveja. As tabernas ou cervejarias eram locais onde se discutiam assuntos importantes e muitos negócios concluíam-se entre um gole e outro de cerveja. A partir do séc. XII pequenas fábricas foram surgindo nas cidades européias e com uma técnica mais aperfeiçoada, os cervejeiros já sabiam que a água tinha um papel determinante na qualidade da cerveja. Assim a escolha da localização da fábrica era feita em função da proximidade de fontes de água muito boa.
Com a posterior invenção de instrumentos científicos (termômetros e outros), bem como o aperfeiçoamento de novas técnicas de produção, o que bebemos hoje é uma agregação de todas as descobertas que possibilitaram o aprimoramento deste nobre líquido.
Há evidências de que a prática da cervejaria originou-se na região da Mesopotâmia onde a cevada cresce em estado selvagem. Os primeiros registros de fabricação de cerveja têm aproximadamente 6 mil anos e remetem aos Sumérios, povo mesopotâmico. A primeira cerveja produzida foi, provavelmente, um acidente. Documentos históricos mostram que em 2100 a.C. os sumérios alegravam-se com uma bebida fermentada, obtida de cereais. Na Suméria, cerca de 40% da produção dos cereais destinavam-se às cervejarias chamadas "casas de cerveja", mantida por mulheres. Os egípcios logo aprenderam a arte de fabricar cerveja e carregaram a tradição no milênio seguinte, agregando o líquido à sua dieta diária.
A cerveja produzida naquela época era bem diferente da de hoje em dia. Era escura, forte e muitas vezes substituía a água, sujeita a todos os tipos de contaminação, causando diversas doenças à população. Mas a base do produto, a cevada fermentada, era a mesma.
A expansão definitiva da cerveja se deu com o Império Romano, que se encarregou de levá-la para todos os cantos onde ainda não era conhecida. Júlio César era um grande admirador da cerveja e, em 49 a.C., depois de cruzar o Rubicão, ele deu uma grande festa a seus comandantes, na qual a principal bebida era a cerveja. A César também é atribuída a introdução de cerveja entre os britânicos, pois quando ele chegou à Britânia, esse povo apenas bebia leite e licor de mel. Através dos romanos a cerveja também chegou à Gália, hoje a França.
E foi aí que a bebida definitivamente ganhou seu nome latino pelo qual conhecemos hoje. Os gauleses denominavam essa bebida de cevada fermentada de “cerevisia” ou “cervisia” em homenagem a Ceres, deusa da agricultura e da fertilidade.
Na Idade Média, os conventos assumiram a fabricação da cerveja que, até então, era uma atividade familiar, como cozer o pão ou fiar o linho. Pouco a pouco, à medida que cresciam os aglomerados populacionais e que se libertavam os servos, entre os séculos VII e IX, começaram a surgir artesãos cervejeiros, trabalhando principalmente para grandes senhores e para abadias e mosteiros. O monopólio da fabricação da cerveja até por volta do século XI continuou com os conventos que desempenhavam relevante papel social e cultural, acolhendo os peregrinos de outras regiões. Por isso, todo monastério dispunha de um albergue e de uma cervejaria. Os monges por serem os únicos que reproduziam os manuscritos da época, puderam conservar e aperfeiçoar a técnica de fabricação da cerveja.
Com o aumento do consumo da bebida, os artesãos das cidades começaram também a produzir cerveja, o que levou os poderes de públicos a se preocupar com o hábito de se beber cerveja. As tabernas ou cervejarias eram locais onde se discutiam assuntos importantes e muitos negócios concluíam-se entre um gole e outro de cerveja. A partir do séc. XII pequenas fábricas foram surgindo nas cidades européias e com uma técnica mais aperfeiçoada, os cervejeiros já sabiam que a água tinha um papel determinante na qualidade da cerveja. Assim a escolha da localização da fábrica era feita em função da proximidade de fontes de água muito boa.
Com a posterior invenção de instrumentos científicos (termômetros e outros), bem como o aperfeiçoamento de novas técnicas de produção, o que bebemos hoje é uma agregação de todas as descobertas que possibilitaram o aprimoramento deste nobre líquido.
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